sábado, junho 27, 2015

Drama, meu querido drama #7

Olá! Estou sumida sim. rs Como já disse aqui, estou procurando emprego então não tenho muito tempo para nada. Estou revesando a minha vida entre: Estudar, comer, dormir, procurar emprego. rsrs
Ainda estou tentando escrever um livro. Que, se der certo, vou levar para uma editora da minha cidade.

Acho que hoje estou aqui para me desculpar pela demora e pela falta de criatividade. Não está acontecendo nada que seja interessante para descrever aqui.

Vou fazer mais "momentos musicais" e "na sua estante".

Então, até a próxima!





sexta-feira, junho 12, 2015

Drama, meu querido drama #6

      Ah, o amor...
Então,  dia dos namorados chegou e todos nós (solteiros) temos alguém que quer ser seu namorado(a) ou você quer namorar mas nem sempre sai como se planeja. 
Esse ano eu estava, maravilhosamente, normal sobre o dia dos namorados,  porque eu gosto de não ter um namorado.  Porém, o universo prega peças, eis que um dia, descubro que estou apaixonada , muitos pensam: que lindo (e eu penso: que droga!), porque, como já disse em um blog antigo,  eu tenho dificuldade em reagir a certos tipos de afeto, como um "eu te amo" ou até coisas mais simples, então, é de se imaginar que eu vire uma pateta perto de alguém com quem eu me importe emocionalmente (tirando pessoas da família). 
Conclusão:  Na maioria dos casos, sou trouxa e acabo me perdendo..  Ah, amor...  Me deixe em paz rs





quarta-feira, junho 10, 2015

Drama, meu querido drama #5

Olá!  Bem, eu estava,  de boas, em uma página do facebook , que se chama " quebrando o tabu " quando encontrei um texto sobre ativismo.  E eu descobri que o texto me descrevia em certas épocas da minha vida,  porém,  minha passagem de uma fase pra outra,  foi mais rápido e também não tive uma época em que eu gostasse de ver Jesus sofrendo e sendo humilhado.  Mas enfim, vamos ao texto. Ele é grande mas é muitoooo legal!
"A minha primeira recordação de Jesus Cristo me remete a medo, muito medo. Imaginem uma criança de 4 ou 5 anos presenciando a escultura de um Jesus deitado, morto, todo machucado e coberto de sangue. Esse era o Cristo apresentado numa igreja da minha cidade.
Ao longo dos anos meu sentimento para com esse cara se modificou inúmeras vezes e, em diversos momentos, flertou com extremos.
Sempre fui um moleque da leitura. Assim que aprendi a ler, essa coisa de interpretar palavras escritas tornou-se um vício. Curtia ler a porra toda. De Turma da Mônica até um Atlas geográfico. De gibi do Spawn até livros bíblicos de Testemunha de Jeová.
Aos 10 anos de idade fiz catecismo (curso católico pra crianças) e, pouco a pouco, passei a ser coroinha na igreja. Aquele universo religioso, a igreja e as pessoas ali presentes me causavam muita admiração. Por uns 6 meses fui coroinha quase todo domingo.
Cerca de 1 ano depois, ou seja, perto dos 11/12, ‘me converti’. Alguns amigos evangélicos passaram a me convidar para participar de gincanas de férias na Igreja Quadrangular - uma vertente da igreja evangélica - e eu fui. Ia feliz. Passei a frequentar, também, a escolinha dominical, um equivalente evangélico ao catecismo.
Era um momento muito interessante pra mim. Eu lia cada vez mais a bíblia, me interessava cada vez mais por filmes religiosos e assim seguiu por um tempo.
Poucos antes dos 14 anos veio a primeira mutação. Eu passei a, gradualmente, questionar a existência de um deus, ou do Deus - com D maiúsculo; tão falado nos ambientes que tanto frequentei quando criança: as igrejas. Essa desconfiança veio muito do rock n’ roll que passei a escutar. Metallica e Iron Maiden - minhas bandas favoritas na época - não pregavam exatamente a comunhão com o ‘todo-poderoso.’ Essas bandas me ensinaram muito mais do que anos de escola pública.
Desse questionamento interno para o ateísmo foram poucos meses. Entrei no colégio aos 14 já tendo certeza absoluta que não existia deus nenhum; que era tudo papagaiada. Ah, os adolescentes e suas certezas.
A partir disso começaram a surgir alguns conflitos religiosos até dentro de casa. Ao saber que estava me negando a ir num batizado de uma criança que tinha acabado de nascer na família, meu pai se indignou. Quando ele abriu a porta do meu quarto pra me perguntar o motivo de eu não querer ir no batizado, eu fui claro e até grosseiro: ‘porquê eu não acredito mais no Deus de vocês.’ Bastou isso pra que meu pai tirasse do meu colo com toda força o meu primeiro contra-baixo e o estourasse no chão. Igualzinho o Kurt Cobain fazia com as próprias guitarras. A diferença é que meu pai não era o Kurt Cobain e o instrumento não era dele. Eu o havia comprado com o meu primeiro salário da vida. Sim, comecei trabalhar aos 14.
Assim como minha visão sobre a religião, musicalmente eu também fui ficando cada vez mais ‘extremo’. Aos 15, Iron Maiden não me bastava mais. Assim, surgiu na minha vida o Slayer, Kreator, Destruction; enfim, o thrash metal e toda sua ideologia anti-cristã me ganhou num piscar de olhos. Pouco depois, o thrash metal não me bastava, parecia ser pouco anti-cristão. Fui ficando cada vez mais furioso com as religiões. Todas elas. Assim, mergulhei de cabeça no death metal. Bandas como Cannibal Corpse, Krisiun e Decapitated faziam meu ouvido brilhar. Os pentagramas invertidos, as figuras de Jesus sofrendo, sendo humilhado me encantavam. Tudo que representasse afronta às religiões estabelecidas ganhava minha atenção no ato.
Acontece que eu, de certa forma, disfarçava isso muito bem. Meus dois melhores amigos do colégio eram evangélicos praticantes. Desses que duas vezes por semana te convidam a conhecer a igreja. Eles sabiam que eu admirava o metal extremo, se incomodavam às vezes, mas, em geral, faziam vista grossa. Eu amava - e ainda amo - aqueles caras do colégio e não tinha exatamente a intenção de cutucá-los. Por isso, toda minha blasfêmia ocorria ‘em segredo’. Louco, né?
Meu ódio a religiões durou muito tempo. Chuto que de uns 13 anos de idade até uns 22 ou 23. Ou seja, foram 10 anos rejeitando qualquer ideia de espiritualidade.
Isso começou a mudar conforme tive contato com o Kardecismo e a Umbanda/Camdomblé. De alguma maneira toda aquela teatralidade, as danças e os costumes mexeram comigo. Eu achava aquilo tudo muito, muito bonito. Claro que, como todo jovem orgulhoso, eu escondia isso das pessoas ao meu redor. ‘O quê? O Fábio participando de uma religião? Como assim?’. Do mesmo jeito que não expus meu período blasfemo, não expus o período em que flertei com as religiões afro-brasileiras.
Aos 25 anos de idade meu trabalho na escrita começou a, gradualmente, acontecer. Meu sonho de viver da arte finalmente estava se tornando realidade, assim como uma revolução na minha vida. Foi o mesmo período em que me formei na faculdade, me tornei pai e larguei emprego em agências de publicidade pra fazer minha arte acontecer. Por esse motivo vivi uma instabilidade financeira digna de desespero. Foram momentos de muito aprendizado. Nessa exata época, dei como vencido meu ódio para com as religiões e passei a estudá-las de modo menos ideológico e mais investigativo.
Nesse período de estudos, fui me identificando cada vez mais com o ativismo, ou seja, a ideia de espalhar mensagens e ações de direitos humanos que podem ser benéficas pra sociedade. Com isso, a figura do tal Jesus foi ganhando um contorno bem especial na minha cabeça. Muito diferente do Jesus que tive medo na primeira infância; muito diferente do Jesus que eu ajoelhava pra pedir perdão na pré-adolescência, mas mais diferente ainda do Jesus que eu odiei e adorava ver pregado de ponta cabeça nas capas de cd’s de heavy metal durante a adolescência.
Nesse momento nascia na minha mente a ideia do Jesus ativista; do Jesus que afrontava o poder estabelecido. Do Jesus que ‘curava’ a alma e a solidão de leprosos ao oferecer-lhes as mãos. Do Jesus que propiciou uma nova perspectiva de vida aos excluídos que teve contato.
‘Porra, que ser humano fenomenal esse cara foi.’
Em vários momentos me peguei lamentando a construção feita ao redor da história desse cara inspirador. Essa coisa de atribuir milagres a ele. Essa coisa de maldizerem a vida e o mundo moderno enquanto aguardam a volta dele. Essa fé exacerbada e pouco acompanhada de reflexão me incomodou muito e ainda me incomoda, mas entendo que se isso foi culturalmente implantado por séculos, não será tão cedo que novos ângulos sobre a vida dele serão debatidos massivamente. Aliás, taí um debate urgente: nos inspirarmos mais no Jesus humano e menos no divino. No Jesus criado pra manipular massas. No Jesus usado pra atacar minorias.
Me revolta ver alguns líderes religiosos conservadores usando as histórias bíblicas como bem entendem; com fim de manipulação e arrecadação. O mais dolorido é ver que aquele mano que deu a mão aos excluídos, hoje tem seu nome usado pra excluir, pra propagar segregação.
Aquele Jesus que a história, a arqueologia e diversas ciências humanas já conseguiram provar a existência; aquele Jesus, hoje, seria o parça número 1 de transsexuais, dos refugiados de guerra, dos escravos latinos trabalhando debaixo de porões, dos negros assassinados por ROTA’s e BOPE’s, das mulheres oprimidas, dos gays perseguidos e ofendidos, ou seja, de todo aquele que sofre em demasia. Aquele Jesus seria um ativista como nenhum outro. Sua conta de Facebook hoje teria sido usada pra manifestar apoio à transsexual que se amarrou na cruz para explicitar a condição sub-humana com que são tratadxs. Jesus adoraria ver que a Parada Gay de 2015 conseguiu chamar mais a atenção por um protesto dos excluídos do que por ter, sei lá, um gogo-boy chapadão dançando ragatanga de fio dental.
Eu ainda não contei pra ninguém que três meses atrás me inspirei numa certo cara pra tatuar a expressão ‘o amor’ no meu peito. Foi Jesus que me inspirou nessa. E posso contar mais uma coisa a vocês? Sou ateu. Doidera um ateu se inspirar na mensagem de Jesus, né?
Pra finalizar minha saga com o parça filho de Maria e José, quero enfatizar - quase gritar - que Jesus disse ‘AMEM’, e isso é muito, mas muito maior que ‘AMÉM’.
Então, peço licença de todos credos e não-credos pra fechar esse texto reproduzindo essa fala tão poderosa desse cara tão maneiro:
Amem. Amem pra caralho."
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Fábio Chap 

domingo, junho 07, 2015

Na sua estante ♪ - Orações para Bobby #3

Publicado: 1995
Autor: Leroy F. Aarons
Gênero: Drama


O filme e o livro "Orações Para Bobby" narra a história real de Mary Griffith, vivida por Sigourney Weaver. A mãe presbiteriana que se arrepende de tentar curar o filho homossexual. Ele se mata depois de não aguentar os quase 4 anos de pressão.  A história se passou nos anos 80 em Walnut Creek, Califórnia, próximo a São Francisco. Em 27 de agosto de 1983, Bobby Griffith tirou sua vida ao pular de um viaduto sobre uma autoestrada, aos 20 anos, em Portland, Oregon para onde se mudou. O filme e o livro são bem fiéis a história real.  Sua mãe, religiosa fervorosa, não admitia a homossexualidade do filho, ao qual denominava de doença, ou aberração, e contra qual usava a Bíblia para justificar seus preconceitos. 










quinta-feira, junho 04, 2015

Drama, meu querido drama (Especial)

A tristeza  não é como a escuridão.  O escuro te conforta nas horas de solidão e pensamento. Ela devia ser descrita como fogo.  Pois o fogo consome,  destrói e deixa marcas.  O fogo é incontrolável e pode ser causado por alguém.  A escuridão é conforto,  a luz é transparência, a aguá é força e o fogo é caus.

- Sara Costa